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Jurista brasileiro, indicado por Bolsonaro, assume a presidência da Corte Interamericana de Direitos humanos

Publicado em 21/11/2025

Em dezembro de 2020 o então presidente Jair Bolsonaro indicou o jurista Rodrigo Mudrovitsch para representar o Brasil como juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos. A Corte Interamericana de Direitos Humanos é composta por sete juízes.

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Para preenchimento das vagas, o Secretário-Geral da OEA solicita aos Estados-Membros que apresentem uma lista com os nomes de seus candidatos a juízes da Corte. Cada país pode propor até três candidatos. Os juízes são eleitos pessoalmente pelos Estados, por voto secreto e por maioria absoluta de votos, durante a Assembleia Geral da OEA, imediatamente anterior ao término do mandato.

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Não deve haver mais de um juiz da mesma nacionalidade e, historicamente, por tradição, o Brasil sempre tem um assento na Corte.

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Os juízes da Corte são eleitos para um mandato de seis anos e só podem ser reeleitos uma vez.

Rodrigo Mudrovitsch foi eleito, nesta sexta-feira (21), para presidir a Corte no biênio 2026–2027. A definição ocorreu em votação secreta entre os magistrados do tribunal.

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Atual vice-presidente da Corte, Mudrovitsch será o terceiro brasileiro a ocupar a presidência da instância máxima de proteção dos direitos humanos nas Américas. A eleição também confirmou a chilena Patricia Pérez Goldberg para a vice-presidência.

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