GOVERNO, POLÍTICA

Quando tudo parece não poder piorar, Moraes consegue ir além

Publicado em 26/11/2025

Quando se pensava que a ditadura de toga já havia ultrapassado todos os limites imagináveis, Alexandre de Moraes prova que ainda é possível descer mais um degrau no abismo autoritário.

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Em novo despacho, o ministro do Supremo Tribunal Federal determinou que o Superior Tribunal Militar avalie a perda da patente de capitão do ex-presidente Jair Bolsonaro, exatamente no mesmo ato em que certifica o trânsito em julgado da absurda condenação de 27 anos e três meses por um suposto “golpe de Estado” que nunca existiu.

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É o tiro de misericórdia contra um patriota que dedicou a vida ao Brasil. Não basta prender, não basta inabilitar politicamente por oito anos, não basta confiscar passaporte e joias. Agora querem arrancar até a honra militar de quem serviu ao Exército Brasileiro com orgulho e coragem.

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A citação que escancara o arbítrio

“Determino o encaminhamento de ofício ao Superior Tribunal Militar para que seja avaliada a perda da patente do senhor Jair Messias Bolsonaro, capitão reformado do Exército Brasileiro, em razão do trânsito em julgado da presente ação penal” – despacho de Alexandre de Moraes, 25 de novembro de 2025.

Reparem bem: o mesmo homem que sozinho conduz inquéritos eternos, censura redes sociais, prende jornalistas e deputados sem devido processo legal agora decide, com a caneta na mão, que um oficial reformado deve ser degradado publicamente. Tudo sem contraditório real, sem defesa efetiva, sem respeito à hierarquia militar. Moraes age como se fosse imperador absoluto da República.

A reação imediata de um aliado que não se curva

O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde e um dos poucos militares de alta patente que ainda têm coragem de falar a verdade, foi taxativo nas redes sociais:

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“Estão tentando humilhar não apenas o ex-presidente Bolsonaro, mas toda a família militar brasileira. Perder a patente por decisão de um ministro civil que nunca vestiu farda é o maior desrespeito que se pode fazer às Forças Armadas. Isso é vingança política pura. As Forças não podem aceitar esse precedente perigoso.”

Pazuello foi além e convocou os oficiais da reserva a se manifestarem. Em menos de 24 horas, centenas de coronéis, majores e capitães reformados já assinam manifesto contra a decisão de Moraes. A insatisfação cresce nos quartéis. O silêncio ensurdecedor de alguns comandantes atuais só aumenta a indignação dos patriotas que veem a instituição militar ser aviltada por quem nunca entendeu o significado de hierarquia e disciplina.

Até o senador Magno Malta, em pronunciamento inflamado no plenário, chamou a medida de “covardia sem tamanho”. “Querem transformar Bolsonaro em civil de segunda categoria, sem honra, sem história. Mas o povo sabe quem é o verdadeiro golpista de toga”, disparou o parlamentar capixaba.

A perseguição que não para

Não se engane: isso não é sobre justiça. É sobre extermínio político. Depois de prender aliados, bloquear contas bancárias, censurar perfis com milhões de seguidores, agora partem para o símbolo máximo da honra: a patente militar. É a mesma tática usada pelas ditaduras de esquerda na América Latina – tirar tudo do adversário até sobrar apenas a humilhação pública.

Moraes sabe que Bolsonaro, mesmo inelegível, segue sendo o maior líder popular do Brasil. As pesquisas continuam mostrando isso. As carreatas, os atos, as lives com audiência milionária comprovam. Incapazes de vencê-lo nas urnas, resolveram vencê-lo na canetada, no arbítrio, na perseguição sem fim.

Mas o tiro pode sair pela culatra. Cada ataque desse tipo só reforça a certeza de milhões de brasileiros de que o regime atual teme o povo. Quanto mais apertam, mais a resistência cresce. Quanto mais tentam apagar Bolsonaro, mais ele vira mártir. É o efeito Streisand elevado à enésima potência.

O Brasil não está sozinho nessa luta

Fora do Brasil, líderes conservadores mundo afora já perceberam o que está acontecendo. Javier Milei, presidente da Argentina, declarou abertamente que “o Brasil vive uma ditadura judicial disfarçada de democracia”. Eduardo Bolsonaro foi recebido com honras na CPAC dos Estados Unidos, onde parlamentares republicanos prometeram denunciar a perseguição brasileira em audiências no Congresso americano.

Até Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, manifestou solidariedade: “Quando atacam um líder eleito como Bolsonaro, atacam todos os conservadores que defendem família, Deus e pátria”. Na Europa, partidos de direita crescem exatamente denunciando o ativismo judicial que tenta calar vozes dissidentes.

A resistência global está de olho. O Brasil tornou-se o grande laboratório do autoritarismo judicial de esquerda. Mas também pode ser o local onde essa onda começará a quebrar. Porque patriota de verdade não se curva. Patriota de verdade luta.

Hoje tentam tirar a patente do capitão Bolsonaro. Amanhã tentarão tirar a liberdade de todos nós. A hora de reagir é agora. Brasileiro que se preza não aceita joelho no pescoço. Chega de ditadura de toga. Chega de perseguição. Chega de covardia.

O capitão não será degradado enquanto milhões de brasileiros estiverem de pé. E estamos. De norte a sul, de leste a oeste, o grito ecoa mais forte do que nunca:

Bolsonaro tem razão. O Brasil é nosso. E vamos tomá-lo de volta.