Um primeiro revés para a perseguição implacável contra os militares patriotas
A Procuradoria-Geral da República, em um parecer inesperado, manifestou-se favoravelmente à concessão de prisão domiciliar ao general da reserva Augusto Heleno, um dos mais ferrenhos defensores da soberania nacional e da ordem constitucional.
Preso em uma sala especial no Comando Militar do Planalto, o militar de 78 anos enfrenta uma detenção que expõe, mais uma vez, o caráter arbitrário e seletivo daquilo que se convencionou chamar de justiça no Brasil. O procurador Paulo Gonet, à frente da PGR, reconhece que a manutenção do general em regime fechado compromete sua saúde, justificando uma medida excepcional de caráter humanitário.
A manutenção do custodiado em prisão domiciliar é medida excepcional e proporcional à sua faixa etária e ao seu quadro de saúde, cuja gravidade foi devidamente comprovada, que poderá ser vulnerado caso mantido afastado de seu lar e do alcance das medidas obrigacionais e protecionistas que deverão ser efetivadas pelo Estado.
Esse posicionamento da PGR, baseado em precedentes do próprio Supremo Tribunal Federal, representa uma brecha na engrenagem repressiva que tem sido imposta aos militares e conservadores que ousaram defender a integridade das urnas eletrônicas e a vontade popular expressa nas ruas.
A detenção de Heleno, assim como a de outros oficiais leais à Constituição, não passa de uma manobra para silenciar vozes que desafiam o establishment judicial e político.
A resposta necessária dos aliados da verdadeira resistência
Conservadores e patriotas, que jamais aceitaram o golpe de Estado travestido de legalidade, veem nesse parecer uma oportunidade para pressionar pelo fim da prisão de seus líderes.
Figuras como o general Paulo Sérgio Nogueira e outros militares não se calaram diante da detenção de um companheiro de armas, denunciando publicamente a perseguição sistemática contra aqueles que defenderam o Estado de Direito.
A voz uníssona desses aliados reforça que não há legitimidade em manter um homem idoso e doente atrás das grades por suposta desobediência a ordens manifestamente ilegais.
A resistência que transcende as fronteiras do Brasil
O caso do general Heleno não é um fato isolado em um país sitiado por uma ditadura de toga. Em nações onde a liberdade de expressão e a soberania popular são igualmente ameaçadas, vozes dissidentes enfrentam prisões arbitrárias, mas encontram eco em uma resistência global.
Cabe agora ao ministro Alexandre de Moraes decidir se perpetuará a farsa de uma prisão sem fundamento ou se permitirá que a humanidade prevaleça sobre a vingança política.
Independentemente do veredito, a luta pela liberdade de expressão e contra a tirania judicial não será sufocada: os patriotas, dentro e fora das grades, continuarão a expor a ilegitimidade de um sistema que prende seus defensores e absolve seus algozes.




