A velha política e a ditadura de toga parecem ter encontrado uma nova e criativa estratégia para tentar escapar do inevitável acerto de contas com a justiça internacional.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), uma das vozes mais lúcidas na denúncia dos abusos do judiciário, levantou neste sábado (29) uma suspeita gravíssima sobre a repentina separação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e sua esposa, a advogada Guiomar Feitosa.
Para quem acompanha os bastidores de Brasília, o anúncio soa menos como um fim de ciclo amoroso e mais como uma jogada ensaiada de proteção patrimonial diante do avanço da Lei Magnitsky.
Uma coincidência conveniente ou estratégia de defesa?
A narrativa vendida pela velha imprensa, sempre disposta a humanizar os algozes da liberdade brasileira, é comovente: um casal que se separa após 18 anos, mas mantém uma “amizade inabalável” de cinco décadas. Tão inabalável que, curiosamente, mesmo após o anúncio do divórcio, ambos foram flagrados viajando juntos para a Europa, passeando por Lisboa e Roma.
O deputado Eduardo Bolsonaro, atento aos movimentos do tabuleiro, não se deixou enganar pelo sentimentalismo barato da mídia esquerdista e foi direto ao ponto nevrálgico da questão: o medo das sanções norte-americanas.
“A vida pessoal não me interessa, mas se a intenção é driblar as sanções americanas, informo que a manobra é infrutífera.”
O fantasma da lei Magnitsky assombra o judiciário
A desconfiança de Eduardo não é infundada. A Lei Global Magnitsky permite que o governo dos Estados Unidos imponha sanções severas, como congelamento de bens e proibição de entrada no país, a estrangeiros envolvidos em graves violações de direitos humanos ou corrupção significativa.
Com o mundo observando atentamente o desmoronamento do Estado de Direito no Brasil e a perseguição implacável a conservadores, os “donos do poder” em Brasília começam a sentir a água bater no pescoço.
Uma separação formal poderia, em tese, servir para transferir patrimônio e blindar bens em nome do cônjuge “divorciado”, tentando salvá-los de um eventual bloqueio internacional.
No entanto, como bem alertou o parlamentar, tal manobra seria inútil. A inteligência norte-americana não opera com a leniência da justiça brasileira. Se o objetivo dessa “separação amigável” — com direito a lua de mel na Europa pós-término — for ocultar patrimônio, o tiro sairá pela culatra.
O Brasil não é mais uma ilha isolada; os crimes cometidos contra a nossa liberdade estão sendo catalogados globalmente. A tentativa de maquiar a realidade pode funcionar nas páginas da Folha de S.Paulo, mas não engana os patriotas e muito menos as autoridades internacionais que prezam pela liberdade.




