A tensão na América do Sul atingiu o nível máximo e o ditador Nicolás Maduro tem motivos reais para entrar em pânico. O que parecia ser apenas movimentação diplomática se transformou em uma operação militar estratégica a poucos quilômetros da fronteira venezuelana.
Acaba de ser confirmado pela primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar: os Estados Unidos instalaram um poderoso radar militar na ilha. A ilha vizinha, que serve de porta de entrada para a Venezuela, agora é os “olhos e ouvidos” de Washington na região.
O Cerco se Fecha: Marines em Ação
A situação é muito mais grave do que a imprensa tradicional admite. Embora tenha sido dito anteriormente que os fuzileiros navais americanos haviam deixado o local, a verdade veio à tona: militares dos EUA continuam em solo trinitário.
A própria chefe de governo teve que admitir que o grupo segue operando no país. Moradores locais relatam movimentação atípica, com militares hospedados em hotéis e aeronaves de guerra pousando e decolando do Aeroporto Internacional ANR Robinson.
“A instalação nos ajudará a melhorar nossa vigilância… contra narcotraficantes em nossas águas.” — Kamla Persad-Bissessar, alinhando-se totalmente à estratégia americana.
O Aviso de Trump e o “Combate ao Narco”
Não se engane com a justificativa oficial de “combate ao narcotráfico”. Na geopolítica, não existem coincidências. Essa confirmação explosiva acontece dias após o presidente americano, Donald Trump, ter anunciado que ações terrestres contra traficantes venezuelanos começariam “muito em breve”.
Sabemos que o regime de Maduro é amplamente acusado de sustentar um narcoestado. Portanto, “combater o tráfico” nessa região é, na prática, fechar o cerco contra a ditadura socialista que destrói a Venezuela.
Xeque-Mate no Regime?
A vigilância agora é permanente. O radar amplia a capacidade de monitoramento “além das fronteiras marítimas”, ou seja, dentro do quintal de Maduro.
Enquanto a esquerda latino-americana se cala, a movimentação militar sugere que os dias de impunidade podem estar contados. O recado foi dado: a maior potência militar do mundo montou base na porta ao lado.




