A crise na Venezuela entrou em um ponto decisivo. Donald Trump deu um ultimato direto a Nicolás Maduro durante uma ligação telefônica realizada nas últimas horas, segundo veículos internacionais: o ditador deve deixar o poder imediatamente e abandonar o país.
A conversa foi descrita como dura, objetiva e sem margem para interpretações. Trump deixou claro que não haverá nova chance. Ou Maduro renuncia e sai da Venezuela, ou enfrentará as consequências de um endurecimento total da pressão internacional.
Segundo fontes, a ligação contou com mediação diplomática de Brasil, Catar e Turquia, que tentam evitar uma escalada militar. Trump teria garantido a Maduro, à esposa e ao filho segurança para exílio, desde que deixem o país sem resistência.
Ao mesmo tempo, Washington ampliou a pressão ordenando o fechamento total do espaço aéreo venezuelano, sinalizando que o ultimato não é simbólico — é operacional.
Dentro do regime chavista, o alerta é máximo. Movimentações aéreas e militares aumentaram após o telefonema, alimentando rumores de possível fuga imediata.
O recado foi dado. O relógio corre.
O mundo aguarda o próximo movimento de Maduro — talvez o mais decisivo de sua permanência no poder.




