STF

Revelação envolvendo ex-esposa pode estar por trás do ‘arrego’ de Toffoli

Publicado em 30/12/2025

Ontem, 29, inesperadamente, o ministro Dias Toffoli decidiu recuar de uma determinação anterior e deixou sob responsabilidade da Polícia Federal a avaliação sobre a necessidade de uma acareação entre personagens-chave do caso Banco Master.

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Nesta terça-feira (30), a Polícia Federal deve ouvir separadamente o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos.

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O “recuo” de Toffoli chega justamente após uma revelação envolvendo sua ex-esposa, a advogada Roberta Maria Rangel.

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Casada com o ministro entre 2013 e o primeiro semestre de 2025, ela ampliou de forma expressiva sua presença tanto no STF quanto no Superior Tribunal de Justiça (STJ), representando grandes grupos empresariais, como J&F e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Um levantamento divulgado pelo jornal O Estado de São Paulo nesta segunda-feira (29) aponta que o total de processos em que Roberta Rangel atuou nessas duas Cortes saltou de 53 para 127 após a posse de Toffoli no Supremo, o que corresponde a um aumento aproximado de 140%. Mais de 70% dessas ações foram iniciadas já durante o período em que o magistrado integrava o STF.

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Questionados, tanto Roberta Rangel quanto o ministro Dias Toffoli optaram por não se manifestar.

Toffoli sentiu…