A defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira (6) que não houve qualquer acesso à conta do LinkedIn do réu em 2025.
Segundo os advogados, o último login ocorreu em setembro de 2024, informação comprovada por relatório técnico da própria plataforma.
Com base nisso, a equipe jurídica pediu a revogação da prisão preventiva, decretada sob a alegação de uso indevido de redes sociais.
Martins foi preso por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que teria descumprido medida cautelar que o proibia de utilizar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros.
A defesa, porém, sustenta que a prisão se apoiou em “denúncias informais” e foi determinada sem a realização de perícia técnica.




