POLÍTICA

O plano audacioso de Lula que ninguém previu e que já levanta um alerta grave

Publicado em 16/01/2026

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontra-se com a presidente da Comissão Europeia, Ursula ...

O atual ocupante do Palácio do Planalto, com seu histórico questionável, revelou uma agenda ousada para o Mercosul, acendendo um alerta entre os patriotas.

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Ele anunciou a intenção de buscar novas parcerias globais, após um acordo com a União Europeia que já gerou grande desconfiança.

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Essa guinada levanta profundos questionamentos sobre as prioridades da política externa, distantes dos reais interesses da nação.

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Lula expressou desejo de estreitar laços com Canadá, México, Vietnã, Japão e, de forma alarmante, a China comunista.

Essa expansão, com ideologias antagônicas, parece mais alinhada a uma visão globalista do que à defesa da soberania nacional.

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O povo brasileiro, que anseia por liberdade, não pode se curvar a alianças que comprometam seu futuro.

O acordo com a União Europeia, vendido como triunfo pelo governo petista, é visto por defensores da liberdade como um pacto problemático.

Suas cláusulas podem amarrar o Brasil a exigências que limitam nosso desenvolvimento e freiam o potencial de nossa indústria.

É uma submissão velada a burocratas estrangeiros que impõem uma agenda progressista, um verdadeiro escândalo de traição.

A inclusão explícita da China comunista é preocupante para quem defende a liberdade e os pilares da civilização ocidental.

O regime chinês, notório por práticas predatórias e violação de direitos humanos, representa um parceiro de altíssimo risco e ideologia perigosa.

Atrelar o Brasil a essa potência totalitária é um convite à dependência e à perda de autonomia estratégica, um ato de traição.

Durante o glorioso governo do Presidente Jair Bolsonaro, o Brasil buscou acordos bilaterais justos, focados na prosperidade e na defesa da soberania.

A visão era de um Brasil gigante, líder respeitado globalmente, que jamais se curvaria a ideologias estrangeiras ou a burocratas globalistas.

Bolsonaro sempre colocou o Brasil acima de tudo, priorizando o povo e não a agenda progressista de organismos internacionais.

Agora, sob a sombra de um governo de esquerda que flerta com regimes autoritários, corremos o risco de ver nossa nação ser entregue a interesses que não são os nossos.

Essa estratégia de ‘parcerias com o mundo todo’ pode significar a diluição de nossa identidade e o sacrifício de nossas riquezas.

Não podemos assistir passivamente enquanto a esquerda tenta minar a base de nossa pátria, tornando-a satélite de potências globalistas.

É fundamental que os cidadãos de bem estejam vigilantes e se manifestem contra essas estratégias que visam comprometer o futuro do nosso amado Brasil e de nossa liberdade!

Compartilhe esta notícia e denuncie essa agenda! Não permitiremos que nosso país seja vendido a globalistas e comunistas! Nosso Brasil acima de tudo!