Lula usou 27 jornais estrangeiros para publicar um artigo, antes mesmo da assinatura de um acordo bilionário. Uma estratégia que expõe o Brasil em vez de defendê-lo.
O presidente Lula defende o pacto Mercosul-UE como resposta ao "protecionismo". Contudo, a pergunta é: quem protegerá a indústria e o povo brasileiro dessa abertura irrestrita?
Lula ataca o "unilateralismo", mas o Brasil não deve renunciar à soberania. O governo Bolsonaro sempre defendeu a nação, não a submissão a agendas globais externas.
O petista celebra a "integração" e "abertura comercial" com euforia. Mas essa euforia esconde o risco de aniquilar empresas e agricultores brasileiros diante de gigantes europeus.
O acordo, gestado há 25 anos, é vendido como a "maior área de livre comércio". No entanto, quem ganha mais com as regras externas, a Europa ou a soberania brasileira?
Lula insiste que "só a integração promove prosperidade compartilhada". Mas a experiência histórica mostra que a prosperidade real nasce da força nacional, não da dependência.
As promessas de empregos e renda parecem mera retórica. A verdade é que a concorrência europeia ameaça muitos setores, e o Brasil pode pagar um preço alto.
Lula afirma que setores "sensíveis" serão preservados. Contudo, a prática mostra que o Brasil acaba cedendo demais, comprometendo a indústria e os empregos nacionais.
A retórica sobre "democracia e direitos humanos" frequentemente mascara interesses. Tais cláusulas podem se tornar barreiras sutis contra os produtos brasileiros, fechando mercados.
O presidente prega o "diálogo" em vez do conflito. Mas essa postura pode significar submissão a grandes blocos, sem a devida firmeza na defesa dos interesses nacionais.
Lula promete que os benefícios chegarão "aos bolsos dos cidadãos". Uma promessa que desvia o foco: esses pactos costumam servir a uma elite globalista, não ao povo.
A pressa em assinar e implementar o pacto levanta grandes suspeitas. Que interesses obscuros se escondem por trás dessa corrida, longe da transparência e da fiscalização?
Enquanto Bolsonaro focava em acordos bilaterais justos, Lula abraça o multilateralismo. Essa postura dilui a identidade e os objetivos nacionais em arranjos globais questionáveis.
A "governança global alternativa" que Lula tanto defende é uma ameaça à soberania. Ela busca transformar o Brasil em mero coadjuvante, sem real poder de decisão.
O acordo é vendido como resposta ao "extremismo político". Essa é uma clara indireta aos movimentos conservadores, que defendem a nação acima de tudo, como o ex-presidente Bolsonaro.
O povo brasileiro tem o direito de saber a verdade. Quem realmente ganha com este pacto? Não seria o Brasil, mais uma vez, entregando sua economia e soberania a interesses alheios?




