O Brasil assiste atônito: o próprio presidente Lula admitiu que o salário mínimo "é muito pouco". Esta confissão escancara a dura realidade econômica imposta ao país.
Feita em celebrações oficiais, a declaração revela a fragilidade econômica. O povo sente na pele a desvalorização diária, golpe direto no orçamento familiar.
É um reconhecimento tardio de que o poder de compra despenca. O governo falha em garantir sustento digno, enquanto o custo de vida dispara sem controle.
Enquanto o presidente cobra que "todos" briguem, a inflação ataca os lares. Preços de alimentos e combustíveis devoram o orçamento, levando milhões ao caos.
A FARSA DA "VALORIZAÇÃO" ECONÔMICA
A tão alardeada promessa de "valorização" empalidece frente à dura realidade dos mercados. É um retrocesso que o cidadão trabalhador paga caro diariamente.
O valor discutido de R$1.621, reajustado em 6,7%, mal cobre a perda. O INPC escancara a verdadeira erosão do poder de compra.
A política de "retomada da valorização", de 2023, mostra-se insuficiente. Ela não ganha a batalha contra a carestia que assola a nação, enganando o povo.
DESAMPARO DOS TRABALHADORES
Lula tentou desviar o foco, mencionando vantagens de trabalhadores organizados. Mas o que fazer com milhões de brasileiros não sindicalizados, que dependem do mínimo?
Estes são os mais vulneráveis, que mais sofrem com a ineficácia política. São a prova viva do abandono do governo com a maioria.
O BRASIL CLAMA POR RESPONSABILIDADE
A intenção original da lei, que visava dignidade, é hoje uma miragem. O discurso governamental não se traduz em ações eficazes para a base.
O país exige uma liderança que traga prosperidade, não lamentos e desculpas. A população clama por um plano econômico sério e competente.
O clamor para "brigar" por melhorias deve partir do governo, com ações reais. É preciso resgatar a esperança nacional, antes que seja tarde demais.




