POLÍTICA

A REVELAÇÃO CHOCANTE DE LULA QUE PODE MUDAR TUDO

Publicado em 18/01/2026

3 dez. 2025 - Lula durante entrevista. Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O presidente do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, publica um artigo no jornal The New York Times e ataca diretamente os Estados Unidos. Ele defende a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, criticando uma ação legítima contra a opressão.

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Que inversão de valores! Lula condena a captura do ditador venezuelano, ocorrida em janeiro. Essa postura choca e mostra um alinhamento perigoso com regimes que violam direitos humanos.

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Para Lula, essa ação representa uma grave ameaça à ordem internacional. Mas a verdadeira ameaça é a omissão diante da tirania, que fragiliza a democracia e a liberdade global.

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Ele fala em “erosão contínua” das normas multilaterais. É estranho ver um defensor de regimes opressores preocupado com o respeito às leis, quando ele mesmo ataca as bases da ordem internacional.

O uso recorrente da força, diz Lula, fragiliza a autoridade da ONU. No entanto, o que realmente fragiliza é a inação e o apoio a regimes que calam e expulsam milhões de pessoas de seus países.

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Quando o emprego da força deixa de ser exceção e passa a ser regra, "a paz global acaba", ele afirma. Mas a paz só existe onde há liberdade e justiça, não onde a ditadura impera.

Lula também critica o respeito seletivo às normas internacionais. Uma ironia, pois ele próprio demonstra essa seletividade ao defender Maduro e atacar quem busca restabelecer a democracia.

Em resposta a Washington, ele intitula seu artigo como “Este hemisfério pertence a todos nós”. Essa é uma declaração com ranço ideológico, que soa como um antigo lema de dominação, e não de cooperação.

A intervenção na Venezuela, segundo Lula, seria um marco histórico negativo. Ele ignora que o verdadeiro marco negativo é a permanência de um ditador que reprime seu próprio povo há anos.

Lula prega a paz pelo diálogo e a cooperação, mas com quem? Com um regime que persegue e silencia sua população? Essa visão muda o rumo da diplomacia brasileira para algo perigoso.

Ele reconhece que chefes de Estado podem ser responsabilizados. Mas logo enfatiza que isso não pode ocorrer por ações unilaterais, o que na prática blinda e protege ditadores de qualquer consequência.

Tais iniciativas "interrompem o comércio e ampliam o fluxo de refugiados", diz o presidente. Mas é a tirania de Maduro, e não as ações contra ela, que causa a fuga em massa e a crise econômica na região.

Sobre o futuro venezuelano, Lula insiste que deve ficar "nas mãos de seu próprio povo". Mas o povo está refém de um regime que ele, surpreendentemente, parece defender, ignorando a verdadeira vontade popular.

O governo atual do Brasil afirma que continuará cooperando com a Venezuela. Um sinal preocupante de alinhamento com regimes que não representam a liberdade e a soberania de seus cidadãos.

Ao final do artigo, Lula menciona manter um diálogo construtivo com os Estados Unidos. Essa fala soa como uma contradição flagrante após um ataque direto à política externa da maior democracia do mundo.

Brasil e EUA deveriam unir esforços, ele conclui. Mas quem realmente ganha com essa agenda ambígua, que ataca um parceiro fundamental e defende um opressor, sacrificando a liberdade na América Latina?