POLÍTICA

O PAÍS PERDE QUANDO A LEI SE CURVA

Publicado em 18/01/2026

Delegados da Polícia Federal apontam "perplexidade" com decisões que mitigam prerrogativas no c...

Delegados da Polícia Federal disparam um alerta grave. Algo profundo atinge as bases da Justiça no Brasil.

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Uma nota oficial da categoria revela perplexidade. Decisões controversas minam o trabalho essencial da PF.

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O centro da polêmica é o "Caso Master". Nele, prerrogativas da PF acabam mitigadas, num revés perigoso.

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O ALVO É A ORDEM

A autonomia da PF, vital para a segurança nacional, é ameaçada. Isso impede o avanço de investigações cruciais.

O risco é claro: a impunidade ganha força. A verdade pode ser silenciada em prol de interesses obscuros.

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Tal cenário contrasta com o passado recente, onde a lei era prioridade. O combate à criminalidade era a bandeira maior.

Agora, a sensação é de um retrocesso. A autoridade da lei, duramente conquistada, esvazia rapidamente.

CIDADÃOS CLAMAM POR JUSTIÇA

Quem se beneficia ao enfraquecer a força policial? Essa pergunta ecoa entre os cidadãos.

A credibilidade das instituições está em jogo. A confiança do povo na Justiça diminui a cada dia.

O Brasil exige clareza e respeito à Constituição. A independência da PF é inegociável para a democracia.

Os delegados defendem o Estado de Direito. Eles reagem a uma ofensiva que sufoca a boa aplicação da lei.

UM FUTURO EM RISCO

A liberdade para investigar é a garantia final contra o crime. Sem ela, a corrupção prospera sem limites.

É um momento de profunda reflexão nacional. Onde estão os limites do ativismo que impede a lei?

A nação precisa estar vigilante e cobrar respostas. Quem defende o Brasil verdadeiro não se cala jamais.

A ordem tem que prevalecer. A lei precisa ser igual para todos, sem privilégios ocultos.

O país não aceita retrocessos na segurança. A PF merece trabalhar sem amarras, pelo bem de todos.