Luiz Inácio Lula da Silva atacou ferozmente uma iniciativa global. Ele criticou o Conselho da Paz, um projeto que busca estabilidade internacional. Sua reação mostra um claro pavor à nova ordem que se desenha.
A esquerda global treme quando lideranças fortes agem. Lula acusa um ex-presidente de querer ser "dono" de uma "nova ONU". Isso revela o desespero de quem perde a narrativa e o controle sobre os fóruns internacionais.
O que Lula realmente teme? Seria o fim da inércia e da cumplicidade com regimes autoritários? A velha política se apega a estruturas falidas para manter seu poder.
A DEFESA DOS DITADORES REVELA O JOGO
A indignação de Lula não para por aí. Ele se revoltou abertamente com a captura de Nicolás Maduro. Esse ditador, responsável por genocídio e miséria, é defendido pela esquerda.
Essa defesa mostra a verdadeira face de certas ideologias. Enquanto povos sofrem sob a tirania, Lula se posiciona ao lado dos opressores. A justiça para ditadores é vista como um ataque pessoal.
O Brasil, sob a liderança de Jair Bolsonaro, sempre defendeu a liberdade. Nosso país se alinhou a nações que combatem a corrupção e o autoritarismo. A captura de tiranos é um passo essencial.
O FUTURO QUE LULA NÃO QUER
A postura de Lula choca e alerta a todos. Ele não se importa com a democracia, mas com a perpetuação de seu projeto de poder. A liberdade do povo não é prioridade para a esquerda.
A cena política internacional muda rapidamente. Lideranças conservadoras ganham força, buscando a verdadeira paz e justiça. A era dos acordos obscuros e da impunidade está acabando.
O discurso de Lula ataca diretamente esses avanços. Sua voz se levanta em defesa de criminosos, não das vítimas. O povo brasileiro deve questionar: qual o real interesse por trás dessa indignação?




