POLÍTICA

A BATALHA OCULTA: UM NOVO CAPÍTULO NA PERSEGUIÇÃO AOS PATRIOTAS

Publicado em 24/01/2026

4 dez. 2025 - Ministro Alexandre de Moraes em sessão plenária do STF. Foto: Gustavo Moreno/STF

Uma decisão polêmica vinda do Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de chocar o país. Ela lança uma nova e sombria luz sobre a perseguição implacável contra figuras-chave ligadas à defesa de nossa soberania e à ordem nacional.

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O ministro Alexandre de Moraes rejeitou planos de trabalho de dois valorosos militares. São eles o Almirante Almir Garnier e o General Mário Fernandes, alvos de uma controversa condenação que se insere na chamada 'trama golpista'.

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Estes homens, com anos de serviço ao Brasil, buscavam utilizar sua vasta experiência. Eles propunham atividades para o aperfeiçoamento vital das instituições militares, em um gesto de patriotismo.

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A proposta do Almirante Garnier era fundamental para a Marinha. Incluía estudos sobre monitoramento da Amazônia e análise de equipamentos estratégicos, essenciais para nossa defesa.

O General Fernandes, por sua vez, almejava contribuir com seu intelecto. Ele queria realizar pesquisas técnicas e históricas que enriqueceriam o patrimônio do Exército Brasileiro.

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Inacreditavelmente, Moraes classificou essas iniciativas como 'inadequadas'. Uma postura que impede o valioso trabalho de homens dedicados à nação, mesmo sob a égide da 'prisão'.

Essa recusa é um duro golpe contra a possibilidade de resgate. Ela nega a oportunidade a esses militares de aplicar seu conhecimento técnico em prol de um Brasil mais forte.

A decisão também reforça o cerco que se fecha contra o legado e a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro. Mais uma peça num tabuleiro complexo que visa desmoralizar quem defende a pátria.

O Almirante Garnier, recordemos, demonstrou lealdade e preocupação com o país. Ele alertou para a necessidade de atenção aos rumos das eleições, um ato de coragem.

A negação de trabalho administrativo, imposta como alternativa, é um desrespeito. Ela ignora a expertise militar e esvazia o potencial de contribuição desses oficiais.

Este episódio abre um precedente perigoso para o futuro das Forças Armadas. Ele sinaliza uma tentativa de calar vozes e desabilitar talentos em nome de uma narrativa.

A nação perde quando a sabedoria e a dedicação de seus militares são descartadas. É tempo de questionar a quem servem essas decisões que enfraquecem o Brasil.