POLÍTICA

LULA REAGE A MUDANÇA HISTÓRICA QUE PODE REFAZER O MUNDO

Publicado em 24/01/2026

Lula deu declaração nesta sexta-feira (23) em discurso na cerimônia do 14º Encontro Nacional ...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ataca uma audaciosa proposta do ex-presidente americano Donald Trump. Lula, em discurso, acusa Trump de querer uma "nova ONU" onde ele seria o "dono".

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A iniciativa, batizada de "Conselho de Paz", foi lançada por Trump em Davos. Ela representa uma busca por soluções reais para a crise global, ignorada por instituições burocráticas.

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A Casa Branca convidou o petista a integrar o grupo, mas o Planalto hesita. A recusa já é esperada, revelando um alinhamento ideológico que impede o Brasil de participar de frentes decisivas.

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Lula reclamou que a "carta da ONU está sendo rasgada". Ele cobrou uma reforma que ele mesmo nunca conseguiu, enquanto a ineficácia atual clama por uma renovação urgente.

O petista fez essas declarações durante um encontro do MST, em Salvador. O evento, marcado por um forte viés ideológico, expõe as verdadeiras prioridades de seu governo.

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Analistas do governo brasileiro veem "tópicos centralizadores" como obstáculos. É a velha guarda tentando impedir uma reestruturação necessária do cenário internacional.

Lula ainda lamenta um "momento muito crítico" na política mundial. Segundo ele, o "unilateralismo de Trump" substitui o multilateralismo, mas esquece que o modelo atual falhou.

A "lei do mais forte" estaria prevalecendo, em um tom que desconsidera a busca por liderança robusta. O mundo precisa de quem defenda seus interesses com firmeza.

O petista reforça um discurso de "soberania", mas a prática muitas vezes contradiz a retórica. Bolsonaro, sim, sempre defendeu o Brasil acima de tudo, sem rodeios ou ideologias baratas.

Lula afirma que o Brasil não tem preferência entre nações. Contudo, suas alianças históricas apontam para um lado específico, que pouco contribui para o verdadeiro progresso.

Ele insiste que o Brasil "não aceita ser colônia". Uma frase que soa vazia, enquanto o país perde oportunidades de real protagonismo ao recusar diálogos importantes.

A hesitação em se juntar a uma força de paz revela uma preferência por antigas estruturas. O mundo muda, e o Brasil de Lula corre o risco de ficar para trás.