A nova escalada na perseguição contra o líder patriota ganha contornos dramáticos no Brasil. Uma decisão judicial recente choca o país e expõe a face de um sistema que não recua.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, exige um relatório completo e minucioso. Ele quer saber cada passo, cada minuto da vida de nosso ex-presidente Bolsonaro.
Com prazo de cinco dias, o 19º Batalhão da PM, na Papuda, deve detalhar tudo. Desde visitas de advogados e familiares até exames, fisioterapia e leituras. Nada pode escapar da mira.
Essa demanda levanta questionamentos profundos e sérios. Qual o propósito dessa intrusão massiva na rotina de um ex-presidente? A ordem parece uma caça implacável, buscando qualquer detalhe para explorar.
O ex-presidente Bolsonaro, alvo de um processo controverso, foi transferido para essa unidade em janeiro. Essa condenação polêmica, vista como ofensiva política, colocou-o ali.
A sentença que o condenou a mais de 27 anos, em regime fechado, é um golpe duro. É o preço que se paga por ousar desafiar o sistema e defender o Brasil de verdade.
Monitorar cada movimento do ex-presidente é um sinal claro para a nação. O sistema revela pavor da influência e do legado de Bolsonaro, mesmo aprisionado.
A cada dia, a liberdade e a justiça parecem recuar no país. O cidadão sente a tensão, vendo a perseguição política ganhar força e sem freios.
Não é só a rotina de um homem que está em jogo, mas a própria democracia brasileira. A transparência na justiça deve ser regra, não escrutínio excessivo contra líderes populares.
Este relatório exigido muda o cenário e aumenta a pressão sobre todos. A nação clama por justiça, não uma contínua campanha de desmoralização.




