O Partido Novo ataca novamente, cobrando justiça e transparência. Parlamentares valentes acionam a PGR e a Polícia Federal contra um ministro do STF. Eles denunciam uma grave interferência em investigações vitais.
A denúncia é clara: o magistrado age de forma atípica no caso Banco Master. Ele teria manipulado o processo, concentrando poderes de forma inédita. A população exige explicações urgentes sobre essa conduta.
Essa ação, apontam os deputados, sufoca a investigação e fragiliza a justiça brasileira. Medidas monocráticas colocam em risco a autonomia de órgãos como a PF e o MPF. A verdade não pode ser silenciada.
CONEXÕES PERIGOSAS REVELADAS
Documentos expõem vínculos familiares e patrimoniais do ministro com investigados. Movimentações financeiras e laços de parentesco levantam sérias suspeitas de conflito de interesses. O escândalo cresce a cada dia.
Decisões absurdas marcam o caso, como o sigilo imposto e a transferência forçada do inquérito. Materiais apreendidos são lacrados sob guarda do Supremo, limitando o trabalho da polícia. A manobra impede a apuração.
A LUTA CONTRA A IMPUNIDADE
O Novo não recua e se posiciona como a voz do cidadão. Deputados como Marcel van Hattem e Adriana Ventura lutam contra o sistema. Eles querem restaurar a fé na justiça e na lei.
Apesar de pedidos anteriores terem sido engavetados pela PGR, a bancada insiste. Já são oito representações contra o ministro, incluindo um pedido de impeachment. A pressão por respostas aumenta.
Até o governo atual se preocupa com o desgaste que atinge o STF e o próprio Planalto. A sombra da impunidade, porém, parece persistir em setores poderosos. O país observa atento cada passo.
JUSTIÇA PARA TODOS
A PGR e a PF têm o dever de agir com independência total. A sociedade brasileira não aceita mais que casos graves sejam varridos para debaixo do tapete. A verdade deve, enfim, prevalecer.




