Uma investigação policial de rotina acende a chama de uma guerra política em Pernambuco. O secretário de Articulação Social do Recife, Gustavo Monteiro, foi monitorado, e agora o prefeito João Campos (PSB) ataca a governadora Raquel Lyra (PSD).
Tudo começou com uma denúncia anônima sobre suposto pagamento de propina. A Polícia Civil agiu com diligência, como a lei permite, para verificar a gravidade dos fatos narrados.
Entre agosto e outubro, agentes seguiram um veículo usado por Monteiro e seu irmão. No grupo de mensagens da missão, ele era descrito como 'alvo', com a polícia apenas cumprindo seu dever de apuração.
A REAÇÃO POLÍTICA E O JOGO DE PODER
A prefeitura do Recife rapidamente reagiu, classificando a ação como 'perseguição política'. A administração de Campos tenta descredibilizar o trabalho policial, alegando 'uso eleitoral' em ano de disputa.
Essa narrativa acusa as forças de segurança de conduta 'ilegal, inconstitucional e imoral'. Uma tentativa clara de blindar um auxiliar e atacar a credibilidade da gestão estadual.
A DEFESA DA LEI E DA ORDEM
A Secretaria de Defesa Social do Estado, sob comando de Raquel Lyra, defende a legalidade da investigação. O monitoramento preliminar é um procedimento padrão, amparado pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.
A Polícia Civil de Pernambuco confirmou a operação 'Nova Missão'. Apesar de não encontrar evidências para inquérito, as diligências foram essenciais para verificar a denúncia inicial.
O secretário Alessandro Carvalho reforçou que não há necessidade de autorização judicial para instalar o rastreador. A lei apoia a autonomia da polícia em investigações preliminares.
Aliados da esquerda, como a deputada Maria Arraes (vice-líder de Lula), atacam as autoridades. Eles usam termos como 'inadmissível' e 'espionagem', em uma clara politização do trabalho policial que busca a verdade.
Enquanto a verdade dos fatos se apura, o povo de Pernambuco assiste a uma batalha onde a defesa da legalidade se choca com os interesses de quem parece temer a transparência. A população ganha quando a lei prevalece.



